Novo LabInterop da UE
Vortal é sócio fundador do Laboratório de Interoperabilidade da Universidade de Évora
A UE assinou protocolos de colaboração com diversas empresas ligadas ao sector da informática em Portugal com o objectivo de criar um laboratório de interoperabilidade, que pretende ajudar diferentes parceiros a "falar" a mesma linguagem informática, mesmo usando softwares diferentes.
As empresas e os diferentes sectores da administração pública trabalham com diferentes sistemas informáticos que precisam de "saber falar uns com os outros", conforme refere o Prof. Luís Arriaga, director do Centro de Investigação em Tecnologias da Informação (CITI) da UE.
O papel do LabInterop - Laboratório de Interoperabilidade da UE não é, segundo o professor, construir soluções em geral mas testá-las, ver as dificuldades e aconselhar, conforme cada caso.
Graças aos contactos que tem com as empresas, o CITI foi-se apercebendo das dificuldades de algumas, que inclusive vinham ao encontro do centro. "Começámos a perceber que era preciso resolver esse problema" refere o professor ao mesmo tempo que confessa que o desafio veio da Microsoft.
O Reitor da UE, Prof. Jorge Araújo, considera que é fundamental "abrir em definitivo os sistemas informáticos", numa sociedade globalizada, "apoiada em sistemas de informação e comunicação e onde, paradoxalmente, afunilamos em situações de grande compartimentação, devido a essa incompatibilidade".
A funcionar junto do CITI, o LabInterop conta agora com a participação de empresas como a Microsoft, Quidgest, ViaTecla, Ângulo Sólido, Adral, Edisoft, Javali, Vortal, SUN, Multibase, NivelBase, Inforlândia, iPortalMais, Saphety e BlueCorp.